quinta-feira, 25 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Apontamentos sobre o papiro “O Evangelho da mulher de Jesus”
Nesta semana um pedaço de papiro (quatro por oito centímetros) tomou proporções mundiais, por se tratar de um possível registro comprovador de que Jesus foi casado. Nesta terça-feira (18 de setembro) Karen King, historiadora eclesiástica da Universidade Harvard, fez do encontro de especialistas em copta em Roma, o trampolim para divulgação da descoberta e primeiras interpretações sobre este papiro que teria sido escrita no século IV da nossa era.
Tal papiro, escrito em copta (a principal forma de língua egípcia usada pelos cristãos no Egito durante os primeiros séculos da era cristã), seria fragmento de um evangelho apócrifo, com uma frase nunca antes vista em nenhum documento antigo: “Jesus disse a eles, ‘Minha mulher (…)’.”.
Diante do sensacionalismo reproduzido na maneira de informar, em matérias produzidas por parcela da mídia brasileira, seria interessante ouvir especialistas no assunto, que poderiam informar com mais propriedade e menos compromisso com o mercado de notícias.
Para tanto, segue apontamentos elaborados a partir de algumas leituras pessoais:
Darrell L. Bock (Seminário Teológico de Dallas):
É um pequeno texto sem contexto. É um texto tardio (século 4), se “o namoro deu certo”. Seria bom saber onde o texto veio no mercado do coletor. É um texto sem qualquer cenário real. Até agora, apenas uma data e algumas linhas quebradas[...]. Além do mais, é bom lembrar que no cristianismo gnóstico, houve um rito chamado “a câmara nupcial” - em que a Igreja era vista como a noiva de Cristo. A coisa toda poderia muito bem ser metafórica com um discípulo que representa o lugar da igreja. Se for esse o caso, então, não é nem mesmo a alegação de que Jesus era casado na vida real para uma única pessoa.
É uma partícula de um texto em um mar de textos que dizem que Jesus era solteiro. Se autêntico, é a exceção, a regra de textos que temos sobre Jesus. Assim, no final, mesmo que diga o que as pessoas estão sugerindo, diz-nos apenas sobre as opiniões de um grupo de século IV [...].
Augustus Nicodemus Lopes (Mackenzie):
Já no séc. II apareceram evangelhos apócrifos com histórias fantasiosas sobre Jesus [...]. Qual, então, o valor real de um fragmento de 9 linhas supostamente do séc. II sugerindo que Jesus tinha uma esposa, se comparado com os 5 mil manuscritos do Novo Testamento, datados do séc. II em diante, e que omitem qualquer referência ao fato?
Petter Willians (Tyndale House Scholar):
É claro que estamos em um contexto onde há tanta ignorância básica de fatos sobre o cristianismo que, mesmo quando a mídia corretamente retransmite fatos, muitos ficam completamente distorcidos e mal interpretados na percepção popular.
No entanto, ele poderia ser mais apropriadamente chamado “O Fragmento sobre Relações de Jesus”, já que não há provas de que ele foi chamado de evangelho e o texto menciona pelo menos dois membros da família. Mas é evidência que Jesus tinha uma esposa? A resposta é um enfático "não". Nem mesmo Karen King está afirmando que ele é, mas é inevitável que alguns da mídia noticiem o contrário.
André Chevitaresse (Historiador da Universidade Federal do RJ):
Entre o advento de Jesus, que teria acontecido no ano 30, e a redação desse texto nós temos cerca de 350 anos. Como essa citação não está presente em nenhum texto anterior, e nem no Evangelho de João em grego, que deve ter servido de base para o copta, a única conclusão possível é que a comunidade que escreveu o texto acreditava em um Jesus casado[...]. Usar esse fragmento para dizer que Jesus era casado é sensacionalismo. Seria fazer algo parecido com o que Dan Brown fez em O Código Da Vinci, onde usou trechos do Evangelho de Felipe em copta para dizer que Jesus beijou Maria Madalena. De novo, esse evangelho diz mais sobre as vivências dessa comunidade do que sobre o Jesus real.
Perguntas e Respostas (no site de Havard Divinity School):
O Evangelho de Esposa de Jesus provar que Jesus foi casado?
Não, este fragmento não fornece evidência de que Jesus era casado.
O nome, o "Evangelho da esposa de Jesus," foi dado ao fragmento simplesmente para que haja uma forma de se referir a ele. Não é possível saber se a palavra "evangelho" teria sido parte do antigo título do trabalho a que este fragmento pertence [...].O uso do "evangelho" termo aqui não faz absolutamente nenhuma reclamação ao status canônico ou à exatidão histórica do conteúdo como tal.
Apesar do fragmento material recém-encontrada do Evangelho de Esposa de Jesus remonta ao século IV, é uma cópia de uma cópia anterior, que provavelmente tinha sido traduzido de uma cópia grega. Isto significa que a data do fragmento de material é improvável que seja a data em que o evangelho foi composta, mas sim, indica que o evangelho não poderia ter sido composto até o século IV.
Uma palavra pessoal:
Quando deveriam estar pensando em como se divorciarem do pecado, muitos preferem valorizar os meios de como arranjar um casamento para Jesus.
Fonte:
BRONSON, Charles. Apontamentos sobre o papiro “O Evangelho da mulher de Jesus”. Disponível em: . Acesso em: 21 set. 2012.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
VENHA CONHECER O SEMINÁRIO E INSTITUTO BATISTA BEREIANO - SIBB
O Seminário e Instituto Batista Bereiano, o SIBB, realizará no dia 22 de setembro, das 9h às 21h, o Seminárdia 2012.
O SEMINÁRDIA é o evento pelo qual a instituição é
aberta para todos os vocacionados ao ministério e/ou desejosos de
estudar no SIBB.
A programação dividida em manhã, tarde e noite
contará, respectivamente, com aulas teológicas introdutórias,
aconselhamento e esportes e, finalmente, o culto de encerrmento.
O tema deste ano é o Embaixadores em Ação, que será discorrido pelo Pr. José Soares Filho - IBF Santa Cruz.
Para solicitar reservas e informar número de
participantes, o responsável poderá utilizar o telefone (84) 3221-2520 /
3201-0083 / 9991-3230 ou acessar este contato.
Importante: as despesas de instalação e alimentação ocorrerão sob responsabilidade do SIBB.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
A verdade sobre os sinais dos tempos
Quais São os Sinais do Fim da Era
da Igreja?
Salvo algumas exceções, a era da Igreja não é um
período de cumprimento profético. Pelo contrário, a profecia será cumprida
depois do Arrebatamento, em relação à ação de Deus com a nação de Israel nos
sete anos da Tribulação. A atual era da Igreja, em que os crentes vivem hoje,
não tem uma cronologia profética específica, como Israel e sua profecia das
setenta semanas de anos (Daniel 9:14-27). No entanto, o Novo Testamento dá
características gerais que descrevem a era da Igreja.
Até mesmo profecias específicas cumpridas durante a
era da Igreja estão relacionadas ao plano profético de Deus para Israel e não
diretamente para a Igreja. Por exemplo, a destruição profetizada de Jerusalém e
seu Templo em 70 d.C. é relativa a Israel (Mateus 23.28; Lucas 19.43-44;
21.20-24). Portanto, não é contraditório que as preparações proféticas
relacionadas a Israel já estejam acontecendo com o restabelecimento de Israel
como nação em 1948, apesar de ainda estarmos vivendo na era da Igreja.
A era da Igreja não é caracterizada por eventos
proféticos historicamente verificáveis, exceto seu início no Dia de Pentecostes
e seu fim com o Arrebatamento. Mas o rumo geral desta era foi profetizado e pode
oferecer uma visão panorâmica do que se pode esperar durante esta era.
Existem sinais relacionados ao plano divino do fim
dos tempos para Israel?
Sim, existem muitos sinais relacionados ao programa
divino do fim dos tempos para Israel. No entanto, devemos ter cuidado com a
maneira como os relacionamos a nós hoje durante a era da Igreja. Já que os
crentes de hoje vivem na era da Igreja, que terminará com o Arrebatamento da
Igreja, sinais proféticos relacionados a Israel não são cumpridos nos nossos dias.
Ao invés disto, o que Deus está fazendo profeticamente nos nossos dias é
preparando o mundo ou "montando o cenário" para a hora em que Ele
começará Seu plano relacionado a Israel, que envolverá o cumprimento dos sinais
e dos tempos. Um indicador importante de que provavelmente estamos próximos do
começo da Tribulação é o fato evidente de que a nação de Israel foi
reconstituída depois de quase 2000 anos.
O que significa "montar o cenário"?
A atual era da Igreja não é uma época em que a
profecia bíblica está sendo cumprida. A profecia bíblica está relacionada com
um período depois do Arrebatamento (o período de sete anos da Tribulação).
Porém, isto não quer dizer que durante a atual era da Igreja, Deus não esteja
preparando o mundo para esse período futuro – na verdade, Ele está. Mas isto
não é "cumprimento" específico de profecia bíblica.
Portanto, mesmo que a profecia não esteja se
cumprindo na nossa época, isto não quer dizer que não podemos identificar
"tendências gerais" na atual preparação para a Tribulação vindoura,
principalmente porque ela acontecerá logo depois do Arrebatamento. Chamamos
esta abordagem de "montagem de cenário." Assim como muitas pessoas
separam a roupa na noite anterior para usá-la no dia seguinte, Deus está
preparando o mundo para o cumprimento certo da profecia no futuro.
O Dr. John Walvoord
explica:
Mas se não há sinais para o Arrebatamento em si,
quais são as fontes legítimas que levem a crer que o Arrebatamento esteja
próximo desta geração?
A resposta não é encontrada em nenhum dos eventos
proféticos previstos antes do Arrebatamento mas no entendimento dos eventos que
seguem ao Arrebatamento. Assim como a história foi preparada para a primeira
vinda de Cristo, ela está sendo preparada para os eventos que levam à Sua
Segunda Vinda... Sendo assim, isto leva à conclusão inevitável de que o
Arrebatamento pode estar inevitavelmente próximo.[1]
A Bíblia fornece profecias detalhadas sobre os sete
anos da Tribulação. Na verdade, Apocalipse 4-19 oferece um esboço detalhado e
ordenado dos participantes e eventos principais. Com base em Apocalipse, o
estudante da Bíblia pode harmonizar as centenas de outras passagens bíblicas
que falam da Tribulação num modelo claro do que será o próximo período de tempo
no planeta Terra. Com esse modelo para nos guiar, podemos ver que Deus já está
preparando ou montando o cenário para o mundo, no qual o grande drama da
Tribulação se desdobrará. Assim, esse período futuro lança sobre a nossa época
uma sombra de expectativa, de tal forma que os eventos atuais oferecem sinais
discerníveis dos tempos. (Thomas Ice e Timothy Demy
- http://www.chamada.com.br),
Notas
1. John F. Walvoord, Armageddon,
Oil and the Middle East Crisis, revised (Grand Rapids: Zondervan Publishing
House, 1990), p. 217.
FONTE:
ICE, Thomas; DEMY, Timthy. A verdade sobre os sinais dos
tempos. Disponível
em: http://www.chamada.com.br/mensagens/verdade_sinais.html . Acesso em: 17
ago. 2012.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
A Maldição do Homem Moderno
Por: A. W. Tozer
Existe uma maldição antiga que permanece
conosco até hoje — a disposição da sociedade humana de ser
completamente absorvida por um mundo sem Deus.
Embora Jesus Cristo tenha vindo a este mundo, este é o pecado supremo dos incrédulos, o qual levou o homem a não sentir — nem sentirá — a presença dEle que permeia todas as coisas. O homem não pode ver a verdadeira Luz, tampouco pode ouvir a voz do Deus de amor e verdade.
Temos nos tornado uma sociedade “profana” — completamente envolvida em nada mais do que os aspectos físico e material desta vida terrena. Homens e mulheres se gloriam do fato de que são capazes de viver em casas luxuosas, vestir roupas de estilistas famosos e dirigir os melhores carros que o dinheiro pode comprar — coisas que as gerações anteriores nunca puderam ter.
Esta é a maldição que jaz sobre o homem moderno — ele é insensível, cego e surdo em sua prontidão de esquecer que existe um Deus. Aceitou a grande mentira e crença estranha de que o materialismo constitui a boa vida. Mas, querido amigo, você sabe que o seu grande pecado é este: a presença eterna de Deus, que alcança todas as coisas, está aqui, e você não pode senti-Lo de maneira alguma, nem O reconhece no menor grau? Você não está ciente de que existe uma grande e verdadeira Luz que resplandece intensamente e que você não pode vê-la? Você não tem ouvido, em sua consciência e mente, uma Voz amável sussurrando a respeito do valor e importância eterna de sua alma, mas, apesar disso, tem dito: “Não ouço nada?”
Muitos homens imprudentes e inclinados ao secularismo respondem: “Bem, estou disposto a agarrar minhas chances”. Que conversa tola de uma criatura frágil e mortal! Isto é tolice porque os homens não podem se dar ao luxo de agarrar as suas chances — quer sejam salvos e perdoados, quer sejam perdidos. Com certeza, esta é a grande maldição que jaz sobre a humanidade de nossos dias — os homens estão envolvidos de tal modo em seu mundo sem Deus, que recusam a Luz que agora brilha, a Voz que fala e a Presença que permeia e muda os corações.
Por isso, os homens buscam dinheiro, fama, lucro, fortuna, entretenimento permanente ou apego aos prazeres. Buscam qualquer coisa que lhes removam a seriedade do viver e que os impeça de sentir que há uma Presença, que é o caminho, a verdade e a vida.
Eu mesmo fui ignorante até aos 17 anos, quando ouvi, pela primeira vez, a pregação na rua e entrei numa igreja onde ouvi um homem citando uma passagem das Escrituras: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim... e achareis descanso para a vossa alma” (Mt 11. 28,29).
Eu era realmente pouco melhor do que um pagão, mas, de repente, fiquei muito perturbado, pois comecei a sentir e reconhecer a graciosa presença de Deus. Ouvi a voz dEle em meu coração falando indistintamente. Discerni que havia uma Luz resplandecendo em minhas trevas.
Novamente, andando pela rua, parei para ouvir um homem que pregava, em um cantinho, e dizia aos ouvintes: “Se vocês não sabem orar, vão para casa, ajoelhem-se e digam: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador”. Isso foi exatamente o que eu fiz. E Deus prometeu perdoar e satisfazer qualquer pessoa que estiver com bastante fome espiritual e muito interessado, a ponto de clamar: “Senhor, salva-me!”
Bem, Ele está aqui agora. A Palavra, o Senhor Jesus Cristo, se tornou carne e habitou entre nós; e ainda está entre nós, disposto e capaz de salvar. A única coisa que alguém precisa fazer é clamar com um coração humilde e necessitado: “ó Cordeiro de Deus, eu venho a Ti; eu venho a Ti!”
Embora Jesus Cristo tenha vindo a este mundo, este é o pecado supremo dos incrédulos, o qual levou o homem a não sentir — nem sentirá — a presença dEle que permeia todas as coisas. O homem não pode ver a verdadeira Luz, tampouco pode ouvir a voz do Deus de amor e verdade.
Temos nos tornado uma sociedade “profana” — completamente envolvida em nada mais do que os aspectos físico e material desta vida terrena. Homens e mulheres se gloriam do fato de que são capazes de viver em casas luxuosas, vestir roupas de estilistas famosos e dirigir os melhores carros que o dinheiro pode comprar — coisas que as gerações anteriores nunca puderam ter.
Esta é a maldição que jaz sobre o homem moderno — ele é insensível, cego e surdo em sua prontidão de esquecer que existe um Deus. Aceitou a grande mentira e crença estranha de que o materialismo constitui a boa vida. Mas, querido amigo, você sabe que o seu grande pecado é este: a presença eterna de Deus, que alcança todas as coisas, está aqui, e você não pode senti-Lo de maneira alguma, nem O reconhece no menor grau? Você não está ciente de que existe uma grande e verdadeira Luz que resplandece intensamente e que você não pode vê-la? Você não tem ouvido, em sua consciência e mente, uma Voz amável sussurrando a respeito do valor e importância eterna de sua alma, mas, apesar disso, tem dito: “Não ouço nada?”
Muitos homens imprudentes e inclinados ao secularismo respondem: “Bem, estou disposto a agarrar minhas chances”. Que conversa tola de uma criatura frágil e mortal! Isto é tolice porque os homens não podem se dar ao luxo de agarrar as suas chances — quer sejam salvos e perdoados, quer sejam perdidos. Com certeza, esta é a grande maldição que jaz sobre a humanidade de nossos dias — os homens estão envolvidos de tal modo em seu mundo sem Deus, que recusam a Luz que agora brilha, a Voz que fala e a Presença que permeia e muda os corações.
Por isso, os homens buscam dinheiro, fama, lucro, fortuna, entretenimento permanente ou apego aos prazeres. Buscam qualquer coisa que lhes removam a seriedade do viver e que os impeça de sentir que há uma Presença, que é o caminho, a verdade e a vida.
Eu mesmo fui ignorante até aos 17 anos, quando ouvi, pela primeira vez, a pregação na rua e entrei numa igreja onde ouvi um homem citando uma passagem das Escrituras: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim... e achareis descanso para a vossa alma” (Mt 11. 28,29).
Eu era realmente pouco melhor do que um pagão, mas, de repente, fiquei muito perturbado, pois comecei a sentir e reconhecer a graciosa presença de Deus. Ouvi a voz dEle em meu coração falando indistintamente. Discerni que havia uma Luz resplandecendo em minhas trevas.
Novamente, andando pela rua, parei para ouvir um homem que pregava, em um cantinho, e dizia aos ouvintes: “Se vocês não sabem orar, vão para casa, ajoelhem-se e digam: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador”. Isso foi exatamente o que eu fiz. E Deus prometeu perdoar e satisfazer qualquer pessoa que estiver com bastante fome espiritual e muito interessado, a ponto de clamar: “Senhor, salva-me!”
Bem, Ele está aqui agora. A Palavra, o Senhor Jesus Cristo, se tornou carne e habitou entre nós; e ainda está entre nós, disposto e capaz de salvar. A única coisa que alguém precisa fazer é clamar com um coração humilde e necessitado: “ó Cordeiro de Deus, eu venho a Ti; eu venho a Ti!”
FONTE: TOZER, A. W.. A maldição do homem moderno. Disponível em: http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=203. Acesso em: 07 ago. 2012.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
É sempre bom ler a Bíblia
Para meditação:
"O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei (bíblia), até a sua oração será abominável".
Provérbios 28:9
sexta-feira, 18 de maio de 2012
III Encotro de Casais na IBRECEM
terça-feira, 15 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
O racismo, a cruz e o cristão - John Piper
O racismo, o ódio e o sentimento de superioridade racial têm sido elementos trágicos da condição humana desde a Queda, no mundo inteiro. E a cada vez que esses elementos se manifestam, encontramos por trás deles, bem na raiz do pecado racial, um coração incrédulo que resiste à graça e à misericórdia de Deus.
O evangelho de Jesus Cristo é a única esperança de chegarmos a soluções de fato significativas para o problema racial. É isso que John Piper nos mostra neste livro, quando lança a luz do evangelho sobre essa questão.
Além de confessar seus próprios pecados e sua experiência pessoal com tensões raciais, ele conta também como Deus tem transformado sua vida e sua igreja. Piper expõe aos olhos dos leitores a realidade e a extensão do racismo e, a seguir, demonstra, a partir das Escrituras, como a luz do evangelho atravessa as trevas sombrias desse pecado tão destrutivo.
FONTE: Edições Vida Nova
domingo, 22 de abril de 2012
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