segunda-feira, 26 de março de 2012
Areia Branca será o palco durante três dias do 1º Seminário de Criacionismo Científico
![]() |
| Prof. Adauto Lourenço |
Com apoio do governo municipal, por meio da
Secretaria de Educação, Areia Branca sediará o 1º Seminário de
Criacionismo Científico. O evento tem proposta educativa e visa
proporcionar oportunidades para crianças e adolescentes dos ensinos
Fundamental e Médio, professores e a população geral da cidade
municípios da região, de conhecer fatos, teorias, teses e provas
científicas restritas aos laboratórios de universidades e centros
renomados de pesquisa científica no mundo todo.
Segundo
o organizador do seminário, Alexandre Dantas, o preletor no evento será
o professor Adauto J. B. Lourenço, conhecido devido à fama
internacional que tem. “Salientamos que esse evento não tem foco
religioso, tampouco visa o lucro, pois é gratuito e não promoverá
nenhuma instituição religiosa e sim, o conhecimento científico”,
explica.
O seminário acontecerá no período de 30
de março a 1º de abril, no Ivipanim Clube, que terá público limitado em
300 pessoas. Para controle de participantes a organização estará
distribuindo senhas de acesso com uma semana de antecedência (a partir
do próximo dia 25) em locais a definir, que serão divulgados na rede
social (Facebook) e outros canais de comunicação.
Confira a programação das palestras.
Sexta (30/3)
19h30 às 20h30 - Palestra I - A Origem das Teorias
20h30 às 20h45 - Intervalo
20h45 às 21h45 - Palestra II - A Origem da Informação
21h45 às 22h – Perguntas
20h30 às 20h45 - Intervalo
20h45 às 21h45 - Palestra II - A Origem da Informação
21h45 às 22h – Perguntas
Sábado (31/3)
9h às 10h - Palestra III - A Origem do Universo
10h às 10h15 - Perguntas
10h15 às 11h15 - Palestra IV - A Origem da Vida
10h às 10h15 - Perguntas
10h15 às 11h15 - Palestra IV - A Origem da Vida
11h15 às 11h30 - Perguntas
16h às 17h - Palestra V - A Origem dos Fósseis
17h às 17h15 - Intervalo
17h15 às 18h15 - Palestra VI - A Origem dos Bilhões de Anos
18h15 às 18h30 - Perguntas
18h30 às 19h30 - Tempo Livre
19h30 às 20h30 - Palestra VII - A Origem do Catastrofismo
20h30 às 20h45 - Intervalo
20h45 às 21h45 - Palestra VIII - Algumas Implicações
21h45 às 22h – Perguntas
16h às 17h - Palestra V - A Origem dos Fósseis
17h às 17h15 - Intervalo
17h15 às 18h15 - Palestra VI - A Origem dos Bilhões de Anos
18h15 às 18h30 - Perguntas
18h30 às 19h30 - Tempo Livre
19h30 às 20h30 - Palestra VII - A Origem do Catastrofismo
20h30 às 20h45 - Intervalo
20h45 às 21h45 - Palestra VIII - Algumas Implicações
21h45 às 22h – Perguntas
Domingo (1/4)
9h às 10h - Palestra IX - O Criacionismo na Grade Curricular (somente para professores)
10h às 10h15 – Perguntas
10h às 10h15 – Perguntas
sábado, 24 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
RETIRO ESPIRITUAL DA MOCIDADE DA IGREJA BATISTA REGULAR NO CONJUNTO SANTA CATARINA, NATAL/RN
Será realizado na Mocidade Batista Regular do Conjunto Santa Catarina - MOBARESC, retiro espiritual, nos dias de 05 à 08 de abril. O evento será realizado na praia de Jacumã, litoral norte do RN, com o preletor Pr. Handerson (IBR Santa Cruz). Maiores Informações através do link: http://www.facebook.com/groups/mobaresc/
sábado, 17 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
Brasil quer saber motivos da prisão de pastor evangélico no Irã
A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, afirmou
nesta quarta-feira (29) que o governo brasileiro entrou em contato com o
Irã para saber quais motivos levaram à prisão naquele país do pastor
evangélico Youssef Nadarkhani.
“Nós já temos feito contato com nosso embaixador no Irã, o Itamaraty também tem feito contato pra saber efetivamente qual é a causa da prisão e levar os nossos posicionamentos sobre a defesa dos direitos humanos”, disse a ministra nesta manhã após participar de um evento no Palácio.
O iraniano Nadarkhani, 33 anos, converteu-se do islamismo para o cristianismo aos 19 anos e três anos depois, já pastor evangélico, fundou uma pequena comunidade cristã na cidade de Rasht, a noroeste de Teerã. Nadarkhani foi preso, acusado de abandonar a fé islâmica, e recebeu a sentença máxima: morte por enforcamento.
Gleisi vai se reunir nesta tarde com parlamentares da bancada evangélica no Congresso, que pedem intervenção do governo brasileiro no caso. Às 13h30, ela receberá o deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) no Palácio do Planalto.
A ministra da Casa Civil afirmou que o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, deve elaborar um relatório detalhado sobre o caso. “A gente tendo isso [o relatório], vai ter uma manifestação formal, possivelmente do Itamaraty”, disse a ministra.
A chefe da Casa Civil disse ainda que o Brasil “não tem pretensão de ser intermediador” entre o pastor e o Irã e afirmou que o Planalto foi procurado por membros da comunidade evangélica, que pedem ação do governo no caso.
“Nós fomos procurados por um grupo de pessoas, de parlamentares da comunidade evangélica, pra que nós pudéssemos saber o que está acontecendo e também pudéssemos ajudar e manifestar solidariedade, manifestar a posição do Brasil em relação a isso”, disse.
FONTE: G1
“Nós já temos feito contato com nosso embaixador no Irã, o Itamaraty também tem feito contato pra saber efetivamente qual é a causa da prisão e levar os nossos posicionamentos sobre a defesa dos direitos humanos”, disse a ministra nesta manhã após participar de um evento no Palácio.
O iraniano Nadarkhani, 33 anos, converteu-se do islamismo para o cristianismo aos 19 anos e três anos depois, já pastor evangélico, fundou uma pequena comunidade cristã na cidade de Rasht, a noroeste de Teerã. Nadarkhani foi preso, acusado de abandonar a fé islâmica, e recebeu a sentença máxima: morte por enforcamento.
Gleisi vai se reunir nesta tarde com parlamentares da bancada evangélica no Congresso, que pedem intervenção do governo brasileiro no caso. Às 13h30, ela receberá o deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) no Palácio do Planalto.
A ministra da Casa Civil afirmou que o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, deve elaborar um relatório detalhado sobre o caso. “A gente tendo isso [o relatório], vai ter uma manifestação formal, possivelmente do Itamaraty”, disse a ministra.
A chefe da Casa Civil disse ainda que o Brasil “não tem pretensão de ser intermediador” entre o pastor e o Irã e afirmou que o Planalto foi procurado por membros da comunidade evangélica, que pedem ação do governo no caso.
“Nós fomos procurados por um grupo de pessoas, de parlamentares da comunidade evangélica, pra que nós pudéssemos saber o que está acontecendo e também pudéssemos ajudar e manifestar solidariedade, manifestar a posição do Brasil em relação a isso”, disse.
FONTE: G1
quinta-feira, 15 de março de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Caso de pastor condenado à morte ganha repercussão nacional
Na edição de ontem (23) do Jornal Nacional uma matéria
de Luís Fernando Silva Pinto apresenta a eminente execução do pastor
Yousef Nadarkhani noticiado pela Portas Abertas desde setembro de 2011.
Foi uma surpresa ver uma matéria sobre o caso do pastor iraniano em um canal de grande porte da TV aberta.
Que o Senhor use esta matéria para motivar muitos irmãos no Brasil a interceder pelo pastor Yousef e sua família.
Assista a matéria na íntegra:
http://g1.globo.com/jornal-nacional/videos/t/edicoes/v/homem-que-se-converteu-ao-cristianismo-e-condenado-a-morte-no-ira/1826948/
Entenda o caso:
O tribunal da província de Gilan determinou que o pastor Nadarkhani
devia negar sua fé em Jesus Cristo, pois ele vem de uma família de
ascendência islâmica. O Supremo Tribunal do Irã disse anteriormente que
não deveriam determinar se o pastor Yousef tinha sido muçulmano ou não
em sua conversão.
No entanto, os juízes exigiram que ele se retratasse de sua fé em
Cristo antes mesmo de terem provas contra ele. Os juízes afirmaram que,
embora o julgamento vá contra as atuais leis iranianas e
internacionais, eles precisam manter a decisão do Tribunal Supremo em
Qom.
Quando pediram a ele para que se “arrependesse” diante dos juízes,
Yousef disse: “Arrependimento significar voltar. Eu devo voltar para o
quê? Para a blasfêmia que vivia antes de conhecer a Cristo?” Os juízes
responderam: “você deve voltar para a religião dos seus antepassados,
deve voltar ao Islã”. Yousef ouviu e respondeu: “Eu não posso fazer
isso.”
Segundo o Centro Americano de Lei e Justiça - uma organização que
defende a liberdade religiosa nos Estados Unidos e acompanha o caso de
Yousef - a sentença foi confirmada pelo governo iraniano e a ordem de
execução foi dada.
Jordan Sekulow, diretor do centro, vem divulgando em um programa de rádio a perseguição contra Nadarkhani.
"Não sabemos se ele ainda está vivo nesse momento" diz Sekulow. "A
ordem de execução não é divulgada publicamente. A única coisa que pode
salvar Nadarkhani", ele diz "é a pressão internacional, principalmente
de países como o Brasil, que tem boas relações diplomáticas com o Irã".
Você pode agir em favor do pastor Yousef! Ore, divulgue e use sua liberdade!
Participe também do abaixo-assinado pela libertação do pastor Yousef Nadarkhani clicando aquiFONTE:
PORTAS ABERTAS. Caso de pastor condenado à morte ganha repercussão nacional. Disponível em:
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Livro Filho do Hamas
YOUSEF, Mosab Hassan. Filho do hamas: um relato impressionante sobre terrorismo, traição, intrigas políticas e escolhas inpensáveis. Rio de Janeiro: Sextante, 2010.
A HISTÓRIA REAL DE UM FILHO DO HAMAS QUE SE TORNOU ESPIÃO ISRAELENSE, SE CONVERTEU AO CRISTIANISMO E AJUDOU A COMBATER UMA DAS MAIORES ORGANIZAÇÕES TERRORISTAS DO MUNDO.
Desde a infância, Mosab Hassan Yousef viveu nos bastidores do grupo fundamentalista islâmico Hamas e testemunhou as manobras políticas e militares que contribuíram para acirrar a sangrenta disputa no Oriente Médio. Por ser o filho mais velho do xeique Hassan Yousef, um dos fundadores da organização, todos acreditavam que ele seguiria os passos do pai.
Às vésperas de completar 18 anos, movido pela raiva e pelo desejo de vingança, Mosab decide assumir um papel mais ativo no combate a seus opressores e acaba sendo preso e levado para o mais terrível centro de interrogatórios israelense.
Depois de dias sob tortura, ele recebe uma proposta do Shin Bet, o serviço de inteligência interno de Israel: sua liberdade em troca da colaboração para identificar os líderes do Hamas responsáveis por ataques terroristas. A princípio, considera a oferta absurda. Afinal, como poderia trair sua religião e seu povo e ajudar seus inimigos? Filho do Hamas é o relato impressionante do caminho inesperado que Mosab resolve seguir ao questionar o sentido de um conflito que só traz sofrimento para os inocentes, sejam eles palestinos ou israelenses. No livro, ele revela como se tornou espião do Shin Bet, narra passagens da vida dupla que levou durante 10 anos e fala das escolhas arriscadas que fez para conter a violência de uma das organizações terroristas mais perigosas do mundo. Esta é também uma história de transformação pessoal, uma jornada de redescoberta espiritual que começa com a participação de Mosab num grupo de estudos bíblicos e culmina na sua conversão ao cristianismo e na crença de que "amar seus inimigos" é o único caminho para a paz no Oriente Médio.
FONTE: Editora Sextante.
FONTE: Editora Sextante.
Confira a entrevista feita ao autor do Livro.
Parte 1
Parte 2
Parte 3
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
LEGISLAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA - IGREJAS & PASTORES I
FONTE:
GARCIA, Gilberto. LEGISLAÇÃO
DO IMPOSTO DE RENDA - IGREJAS & PASTORES I. Disponível em: http://www.direitonosso.com.br/artigo66.htm.
Acesso em: 25 jan. 2012.
“Pastor é condenado por sonegação fiscal em Maringá
a dois anos e meio de prisão e 200 dias-multa, valor que pode ultrapassar R$ 40
mil. (...). A sentença foi firmada no dia 16 de fevereiro, pelo juiz substituto
da Vara Federal Criminal de Maringá/PR.”. [...] Os réus [o pastor e sua esposa]
alegaram que viviam da venda de produtos particulares, como livros bíblias e
CDs, e que o dinheiro obtido com essas vendas era depositado nas contas da
igreja Só o Senhor é Deus. Para o juiz, essas declarações, quando junto com as
demais provas, demonstram a intenção dos acusados de esconderem os fatos - “ou
seja, a utilização em proveito próprio do dinheiro da Igreja Evangélica
Missionária Só o Senhor é Deus, sem a declaração de tais rendimentos no
ajuste anual do Imposto de Renda de pessoa física”. [...].como noticiou o
Jornal Paraná On-Line.
Esta notícia não é isolada, demonstrado uma
realidade que precisamos estar atentos, pelo que, temos conhecimento através de
membros das Igrejas que existem pastores que estão orientando as Igrejas que
estas não devem proceder a retenção do imposto de renda na fonte, por isso é
vital alertar as lideranças eclesiásticas que pelo Regulamento do Imposto de
Renda vigente, é da Igreja - Pessoa Jurídica de Direito Privado, a
responsabilidade pelo desconto no Sustento Ministerial concedido ao
Pastor-Ministro, bem como, o recolhimento junto a Receita Federal, devendo
o obreiro lançar em sua declaração anual de renda os valores retidos.
De igual maneira, estão sujeitos os Ministros de
Confissão Religiosa, pastor ou auxiliares, que percebem valores, abrangidos
pela tabela do imposto de renda, divulgada pela Receita Federal do Brasil, sob
qualquer título, de forma direta, que é sustento ministerial, ou indireta,
que podem ser, ajuda de aluguel de imóvel, condomínio, plano de saúde,
aposentadoria privada, escola dos filhos, cursos, viagens etc, em espécie ou em
benefícios concedidos pela Igreja, e aí reter na fonte, e, recolher referidos
valores devidos aos cofres federais, como declarado por um auditor fiscal a uma
Igreja.
A imunidade fiscal da Igreja-Pessoa Jurídica, que é
prerrogativa constitucional, não se confunde com as Pessoas Físicas que as
integram, por isso, não exime as Igrejas e Organizações Religiosas da
obrigação de descontar o Imposto de Renda e Recolher ao Fisco, sendo
objetivo quando menciona que os rendimentos pagos ou creditados, como se
caracterizam: “Sustento Ministerial”, “Rendimento Eclesiástico”, “Provento
Pastoral”, “Prebenda Religiosa” etc, estão sujeitos a retenção do I.R.R.F -
Imposto de Renda Retido na Fonte.
Daí sua
incidência legal, como disciplina o Artigo 167 do Regulamento do Imposto de
Renda/99, “As imunidades, isenções e não incidências de que trata este Capítulo
não eximem as pessoas jurídicas das demais obrigações previstas neste Decreto,
especialmente as relativas à retenção e recolhimento de impostos sobre
rendimentos pagos ou creditados e à prestação de informações (Lei nº
4.506, de 1964, art. 33). Parágrafo único. A imunidade, isenção ou
não incidência concedida às pessoas jurídicas não aproveita aos que delas
percebam rendimentos sob qualquer título e forma (Decreto-Lei nº 5.844,
de 1943, art. 31).”
Desta
forma, referida a obrigação fiscal das Igrejas e Organizações Religiosas
só pode ser alterada através de lei federal, como por exemplo é nos EUA, onde
a norma legal não prevê a incidência de imposto de renda sobre o rendimento dos
ministros religiosos, bem como, contempla que as doações dos fiéis
concedidas as Igrejas podem ser deduzidas no pagamento do Imposto de Renda,
o que também não é possível em nosso sistema legal.
Já temos
notícias de Igrejas e Organizações Religiosas que foram multadas,
processadas judicialmente, e, inclusive algumas perdendo a prerrogativa
da imunidade, na medida em que é Pessoa Jurídica de Direito Privado que
responde diante da Receita Federal do Brasil, também denominada
“Super-Receita”. Com a aglutinação da Secretaria da Receita Federal com os
órgãos do INSS responsáveis pelo recolhimento e fiscalização previdenciária, a
“Super-Receita” tem apertado a fiscalização, especialmente de quem não tem
feito a retenção ou o não recolhimento dos valores devidos ao Fisco Nacional.
Gilberto
Garcia é Mestre
em Direito, Conselheiro Estadual da OAB-RJ e Sócio Efetivo do Instituto dos
Advogados Brasileiros. Professor Universitário, Especialista em Direito
Religioso e Autor dos livros: “O Novo Código Civil e as Igrejas” e “O Direito
Nosso de Cada Dia”, Editora Vida, e, “Novo Direito Associativo”, e, Co-autor da
Obra Coletiva: “Questões Controvertidas - Parte Geral Código Civil”, Editora
Método, e, do DVD - Implicações Tributárias das Igrejas, Editora CPAD. Site: www.direitonosso.com.br
FONTE:
GARCIA, Gilberto. LEGISLAÇÃO
DO IMPOSTO DE RENDA - IGREJAS & PASTORES I. Disponível em: http://www.direitonosso.com.br/artigo66.htm.
Acesso em: 25 jan. 2012.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Igreja precisa ser aberta juridicamente e manter registros contábeis?
Por David Efraim
Muitos
pastores e tesoureiros por acharem que a instituição chamada igreja
tem caráter e objetivo espiritual, entendem erroneamente que
ela não precisa ser abertas juridicamente e nem se manter registros
contábeis.
O Código
Civil em seu inciso IV artigo 44, estabelece que as organizações
religiosas são pessoas jurídicas de direito privado, necessitando assim,
obrigatoriamente seu registro no Cartório de Pessoa Jurídica.
A partir
do registro no Cartório, a igreja obrigatoriamente terá que ter
alguns documentos e atender algumas obrigações, como:
- Estatuto: Devidamente registrada em cartório;
- Inscrição no Cadastro do CNPJ: Conforme a Lei 4.503 de 30/11/64, que institui a obrigatoriedade da inscrição do CNPJ no Ministério da Fazenda, da igreja matriz e suas filiais, cuja a identificação, no caso das congregações, será pelo número de ordem e barra do referido CNPJ.
- Carimbo do CNPJ: Conforme Decreto 61.514 de 12/10/67, que tornou obrigatório o uso do carimbo do CNPJ para a igreja matriz e suas congregações
- Livro Caixa ou Diário/Razão: Conforme determina o Regulamento do Imposto de Renda, a igreja é obrigada a possuir um Livro Caixa com o Balanço de Abertura, Termo de Abertura e Termo de Encerramento, o qual depois de registrado em cartório, a igreja devera iniciar a escrituração de todas as receitas e despesas e as contas patrimoniais.
- Livro de Ata: A igreja está obrigada a possuir o Livro de Ata, devidamente registrada em cartório com os devidos Termos de Abertura e Termo de Encerramento.
- Rais Negativo: Todas as igrejas, enumeradas no Decreto 76.900 de 13/12/75, devem apresentar anualmente e dentro do prazo legal o RAIZ NEGATIVO, quando as igrejas não possuirem empregados registrados, conforme determinação da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).
- Declaração de Isenção: Conforme determina o Decreto Federal nº 1.041, todas as igrejas estão obrigadas a entregar anualmente a Receita Federal, até o mês de Junho de cada ano, sua Declaração de Isenção do Imposto de Renda de Pessoa Juridica.
- Matricula no INSS: Após o registro do estatuto e da inscrição do CNPJ, a igreja deve providenciar sua matrícula no INSS.
- Ata de Eleição da Diretoria: A igreja deve transcrever em Ata da Eleição da última diretoria e providenciar seu registro em cartório
- Imposto Sindical Patronal: Revestida de natureza jurídica as entidades sem fins lucrativos, como no nosso caso as igrejas, são consideradas empregadoras. Portanto, deverão recolher no mês de janeiro de cada ano o imposto sindical patronal ou solicitar a sua isenção.
- Contrato de locação: Se o templo for alugado ou Escritura definitiva dos imóveis, Contrato de cessão de direito dos imóveis.
- Manter Contabilidade: A contabilidade torna-se obritatória porque é necessaria para a prestação de contas perante aos membros, como também para fins de isenção do Imposto de Renda, já que o artigo 14 do Código Tributário Nacional, prevê: Art. 14. O disposto na alínea “e” do inciso IV do do artigo 9º é subordinado à observância dos seguintes requisitos pelas entidades nele referidas:
I –
não distribuírem qualquer parcela de seu patrimônio ou se suas
rendas, a qualquer título;
II -
aplicarem integralmente no País, os seus recursos na manutenção dos seis
objetivos instituicionais;
III –
manterem escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos de
formalidades capazes de assegurar sua exatidão;
As
legislações, documentos e obrigações citadas acima, já são necessárias para nos
convencer sobre a importância de se legalizar nossas igrejas, abrindo-as
jurídicamente nos respectivos órgãos, como também manter registros contábeis,
que nos permitam atender todas as obrigações exigidas por lei para seu
funcionamento.
Além
disto, nós que somos pastores, precisamos principalmente atentar às palavras do
Senhor Jesus, quando nos ordenou que obedecêssemos a lei dos homens:
“Todo
homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que
não proceda de Deus; e as autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades
que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à
autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si
mesmos condenação” – Rm.
13:2,3 – RA.
“Lembra-lhes
que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes, estejam
prontos para toda boa obra…” – Tt. 3:1 – RA. Ler todo o contexto em Rm. 13:1-7.
“Responderam:
De César. Então, lhes disse: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que
é de Deus” – Mt.
22:21 – Ler todo o contexto em Mt. 22:15-22.
FONTE:
EFAIM, Davi. Igreja precisa ser aberta
juridicamente e manter registros contábeis? Disponível em: http://ictuscontabilidade.wordpress.com/2009/06/04/hello-world/. Acesso
em: 24 jan. 2012.
EM REBELIÃO
A
visão que temos da rebelião éde um filho que não aceita conselhos e
disciplina de seus pais, principalmente, crianças que esperneiam e
gritam quando querem algo; imagens de jovens,nasruas, se drogando e se
prostituindo; a notícia de um roqueiro lunático que morrepor overdose;
um ateu com suas ideologias e rejeição a existência de Deus; opedófilo; o
assassino; o terrorista; o traficante; o encarcerado que põe fogoem
colchões; o estranho que invade uma escola e atira sem razão, etc.
Essavisão externa da rebelião, acontece por motivos diferentes e
inesperados movidopor algo que começou internamente.
Exemplos
de rebelião sãofacilmente identificados e julgados; mas, como cada
pessoa pode identificarquando ela já iniciou ou mesmo já se instalou no
seu coração?
Ela
é definida pela nãoaceitação, resistência, oposição, lutar contra...
Então quando inicia arebelião em um cristão? A julgar pelos mesmos
termos que define a palavrarebelião, é quando queremos assumir um lugar
que não é nosso. Ela é tudo outodo aquele que não aceita Deus em sua
vida, ou quando tomamos o lugar que é deDeus.
O
começo da rebelião contraDeus teve seu início nos céus quando um anjo
(Lúcifer) desejou o lugar do Criador e Deuso expulsou de sua presença;
quando Eva iludida por satanás, desejou não apenas ofruto, mas ser conhecedora do bem e do mal cobiçou ser igual a Deus.
Hoje,
o cristão que tem todosos benefícios divinos: vida eterna, o Criador
dos céus por Pai, que cuida esustenta, perdoador que usa de misericórdia
quando somos infiéis...Como essecristão ainda deseja em seu coração
assumir um lugar que não é seu? Quando eleassume essa posição? Talvez
nem perceba que ao invés de servo deseje sersenhor.
Quando a criatura toma o lugardo seu Criador?
Quando ele caminha traçando seupróprio caminho independente de Deus;
Quando assumimos o lugar deDeus ao julgar o próximo apontando erros e pecados;
Quando não confiamos nasuficiência de Deus;
Quando nos falta um coraçãoagradecido;
Quando deixo o meu eu, orgulho,dominar minhas atitudes;
Quando não perdoo de coração aquem deveria ser perdoado por mim;
Quando simplesmente insisto aoque Ele diz não frequentemente;
Quando como filho (a) recuso seu conselho e orientaçãopara vida;
Quando ajo, continuamente, para tentar mudar osplanos dEle para a minha vida;
Quando recuso a conhecê-lo eadorá-lo como Senhor;
Quando traço estratégias mentais parajustificar meus erros;
Quando luto para aceitar meu estado derebeldia...
O que fazer?
Reconhecer Cristo como Senhorreal e meu estado de servo e criatura;
Reconhecer Deus como Criador eeu criatura e meu estado de rebeldia se torna em estado de libertação.
Permitir
que Deus assuma o verdadeiro lugar em nossa vida. Permitir que ele
possa produzir em nós aliberdade, paz e assim prestaremos verdadeira
adoração ao Autor da vida.
FONTE: http://blogenfurgente.blogspot.com/2012/01/em-rebeliao.html
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Sobe total de evangélicos sem vínculos com igrejas
O número de evangélicos
que não mantém vínculo com nenhuma igreja cresceu. Segundo a Pesquisa
de Orçamentos Familiares, do IBGE, eles passaram de 4% do total de
evangélicos em 2003 para 14% em 2009, um salto de 4 milhões de pessoas.
Os dados do IBGE também
confirmam tendências registradas na década passada, como a queda da
proporção de católicos e protestantes históricos e alta dos sem religião
e neopentecostais. No caso dos sem religião, eles foram de 5,1% da população para 6,7%. Embora a categoria seja em geral identificada com ateus e agnósticos, pode incluir quem migra de uma fé para outra ou criou seu próprio "blend" de crenças --o que reforça a tese da desinstitucionalização.
FONTE: http://www.hipernoticias.com.br/TNX/conteudo.php?sid=171&cid=4303
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